O projeto Sociobiodiversidade Amazônica

Recentemente a Associação Slow Food do Brasil estabeleceu uma parceria para o desenvolvimento do projeto Sociobiodiversidade Amazônica com projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor, desenvolvido no âmbito da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, com apoio do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento (BMZ) da Alemanha. Este projeto acontecerá nos estados do Amazonas, Acre e Pará ao longo de 2022 e 2023.

Nesse começo de abril, a coordenação técnica deste projeto participou do curso “Organização e Fomento de Cadeias de Valor com Enfoque em Gênero” organizado pela GIZ. Desde já, indicamos a biblioteca do Programa CAP – Fortalecimento de capacidades para a gestão de empreendimentos e ampliação da comercialização de produtos da agricultura familiar, povos indígenas e comunidades tradicionais para acesso a conteúdos relacionados a este curso, em especial a cartilha “Caixa de ferramentas de gênero em cadeias de valor“.

Aproveitamos a ida para Manaus para articular as ações do projeto no Careiro da Várzea, que deverá acontecer com a Associação dos Produtores Orgânicos do Careiro da Várzea (ASPROCAV). Deveremos atuar em conjunto com o projeto “Fortalecendo a agricultura orgânica e a bioeconomia em uma comunidade rural do AM: revitalização da agroindústria de base comunitária com beneficiamento de abacaxi” aprovado pela Dra. Dionísia Nagahama (integrante da Comunidade Slow Food Manaus pelo Legado Alimentar da Amazônia) junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (FAPEAM).

Também fomos à Maués para dialogar com a Associação dos Agricultores Familiares do Alto Urupadi (AAFAU) e com os colegas da Terra Indígena Andirá-Marau. Fomos recebidos pelo José Cristo, presidente da AAFAU, e  pela Edina Vianna, membra da AAFAU, e nos reunimos com diversos associados na comunidade Brasileia, no rio Urupadi. Na TI do povo Sateré-Mawé conversamos com comunitários da Ilha Michiles e demais produtores e produtoras que fornecem para o edital da alimentação escolar indígena.

As expectativas para as próximas atividades do projeto no Amazonas são ótimas e esperamos desenvolver um importante trabalho nesses territórios!

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